O Governo Mundial e a invasão dos países pelos refugiados

*Reynaldo De Biasi Silva Rocha

Quero abordar o tema da abertura dos países para acolher refugiados.

Em 24 Jan 2019, o Presidente Bolsonaro reuniu-se com governantes da República Checa, Eslováquia, Hungria e Polônia, recusadores da entrada de tais estrangeiros em seus países.

O Primeiro-Ministro da República Checa disse que Bolsonaro concordava com as ideias daquele grupo de países, quanto aos refugiados.

Teria nosso Presidente razão de expressar-se assim? Vejamos.

Sabemos da existência de um Governo ou Oligarquia Mundial
, alicerçado pelas grandes fortunas, que almeja um mundo sem fronteiras resultante da destruição dos Estados Nacionais Soberanos. Atingido este estágio, a parcela extremamente rica da Terra estabelecerá um regime universal baseado na usura, impondo às nações dominadas empréstimos com pagamento de juros extorsivos, o que irá transformar tal elite em dona absoluta do planeta.
Essa estrutura supranacional é visualizada no filme "Rollerball - Os gladiadores do futuro" (versão de 1975, estrelada por James Caan).

Existem várias maneiras, já postas em execução, do domínio de Estados. Uma delas é o enfraquecimento de seu potencial econômico, obstaculizando o desenvolvimento. O Brasil está submetido no momento a esta trama.

Porém, o mais importante projeto da Oligarquia Mundial na atualidade é a invasão dos países pelos refugiados. Na Europa, este plano tem também natureza religiosa, visando eliminar o Cristianismo e implantar o Islamismo. Em sua essência, consiste em criar no continente uma raça mestiça dominante, miscigenando brancas europeias com negros afro e médio orientais, que por sua subserviência religiosa, será facilmente controlada, dando origem a um governo único da Europa.

Vemos com apreensão, que nos incute um sentimento de solidariedade, o drama dos refugiados venezuelanos. Mas se liberarmos seu acesso ao País, eles para cá virão em grande quantidade, juntamente com terroristas e islâmicos premeditadamente infiltrados sob a direção da Oligarquia, o que poderá acarretar graves problemas futuros. Admitindo os venezuelanos, a porta estará aberta - a mídia vendida, nas mãos do Governo Mundial, apoiará a chegada de outros pretendentes, trazendo em seu bojo o mesmo perigo.

Não aceitaremos que o Brasil, dotado de um povo de boa índole e cristão, transforme-se em uma nação intolerante guiada por uma religião radical.

Ficar indiferentes aos refugiados, não - devemos sim, em conjunto com países interessados, auxiliar seus Estados de origem a combater as dificuldades internas, o que motivará a permanência daqueles.

Concluindo, o Grupo Inconfidência apoia o Presidente Bolsonaro em sua delicada, mas corajosa decisão, que objetiva a proteção da Nação.

Coronel Reformado do Exército
Presidente do Grupo Inconfidência
 

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