Exército, a verdade incontestável

* Edson Areias
 
O Brasil cresceu assustadoramente, de forma planejada e estratégica durante o regime militar, chegando a 60% ao ano no governo Médici.

Hoje só ganhamos do Haiti, e ele está em guerra civil.

Os únicos crimes que existiam na época eram assaltos a bancos, alguns assassinatos de militares, policiais, bancários e seqüestros de embaixadores (todos praticados pelas guerrilhas urbana e rural esquerdista), além de crimes passionais.

Não se tem notícia da existência do narcotráfico, e nem das guerras dos traficantes naquela época. Existiam furtos, mas não assaltos a mão armada que merecessem um mínimo de destaque.

Nunca veríamos policiais serem executados covardemente, de forma sistemática, por membros de partidos de esquerda ou PCC. Aliás, naquela época simplesmente não existiria o PCC, e todos sabem porque.

Os juros bancários eram perfeitamente suportáveis e quem comprou algum bem financiado na época sabe que é verdade.

Entre os projetos estruturais, foi fundado o MOBRAL, O FUNRURAL, o BNH, e implantada a MERENDA ESCOLAR em TODAS as escolas do Brasil e das indústrias no Norte/Nordeste. Não há nenhum outro programa governamental de cunho social nos regimes tidos como democráticos que tenha atingido a tantos milhões de brasileiros como esses, preservando a dignidade do necessitado, sem o cunho humilhante e eleitoreiro de “bolsa-família”.

Toda a malha rodoviária que corta o País e o sustenta ainda hoje foi criada nos governos militares. Sem falar em Itaipu, a qual sem ela, hoje, seríamos uma republiqueta de bananas, e na energia nuclear, que nos tornaria soberanos, se o projeto Solimões não ti-vesse sido sabotado por presidentes traidores; e ainda assim, ela contribuirá para a geração de energia ao País, como vemos agora sendo reativada, pelo atual governo. Mas seguindo o planejamento já feito pelas FFAA no regime militar.

Sem detalharmos a implantação das indústrias de base metalúrgica, da aeroespacial, da aeronáutica, da de armamentos, da petroquímica, do resguardo das jazidas minerais, dos projetos SIVAM, MEC e CALHA NORTE, e da afirmação do Brasil como potência industrial-militar regional.

Tudo obra dos militares no poder.

Enfim, todos que temos consciência e sabemos que os melhores tempos da competência administrativa pró um Brasil soberano se perderam no passado.

Assim como sabemos que o projeto de poder das “esquerdas” brasileiras, na verdade, se resumia a locupleta-ção ilícita pessoal, com assaltos, não mais aos bancos, mas aos cofres públicos (vide primeiro governo Lula e os marginais da cúpula petista).

Em 30 anos de governo militar, qual militar ficou rico?

* Castelo Branco deixou apenas uma modesta casa em Fortaleza e seu soldo de general como herança;

* Costa e Silva deixou o apartamento que já possuía (recebido por herança), no Leblon e seu soldo de general;

* Garrastazu Médici deixou um apartamento no Rio e um sítio no Rio Grande do Sul, que possuía desde antes de 1964, e seu soldo de general. No apartamento recentemente faleceu a sua viúva, prejudicada pelo calor, pois não havia ar- condicionado.

* Ernesto Geisel deixou sua casa em Teresópolis e seu soldo de general, apesar de ter sido também o presidente da Petrobrás;

* J.B. Figueiredo deixou um apartamento no Rio e um sítio em Nogueira, sendo ambos adquiridos antes de 1964.Todos viveram muito modestamente, e recolhidos ao convívio familiar após os seus mandatos presidenciais. Como síntese do militar brasileiro, podemos citar o general Heleno, que a despeito dos riscos para com sua valorosa carreira, coloca a preocupação com a soberania nacional acima de seus interesses pessoais.

Dá para imaginar algum político desse governo tomando essa atitude?

Hoje, os que maldosamente criticam as Forças Armadas, o fazem a serviço de interesses inconfessáveis, ou por esquecerem que só o podem fazer por possuirem um País onde vivem, cujo território existe, pela ação dissuasiva de nossos militares ao longo de séculos.

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