Entre Davos e Havana, o coração da Presidente elege o Socialismo

*Graça Salgueiro

Dilma, em DAVOS, passa o pires entre os países endinheirados, e vai gastar apoiando os ditadores comunistas de Havana, onde participará da CELAC, cuacaf membros, tal como no Foro de São Paulo, conspiram contra a liberdade de sua própria gente.

 

 

ntre os dias 25 e 29 de janeiro de 2014, a CELAC (Comunidade  de  Estados  Latino-Americanos  e Caribenhos)  celebra  seu  II  Encontro  em  Havana, Cuba,  reunindo  representantes  de  33  países  para "debater" assuntos  de  interesse  dessas  regiões. Ca- be salientar que a CELAC é mais um braço do Foro de São Paulo (FSP) e foi criada em 2011 pelo falecido Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela. Seu pri- meiro encontro deu-se oficialmente no ano passado no Chile, que ostentava a presidência pró-tempore da organização e foi passada para Cuba, na pessoa do
ditador Raúl  Castro.
A presidente Dilma esteve em Davos, Suíça, onde participou do encontro com países capitalis- tas  e  de  lá  deveria  se-
guir para Cuba para par-
ticipar da CELAC. Dona Dilma entre os endinhei- rados  do  mundo  passou o pires, pedindo que in- vestissem no Brasil, en- quanto gasta o dinheiro desses investimentos com ditadores de republi- quetas  comunistas  como a Cuba dos Castro.
política, social e cultural da América Latina e o Ca- ribe, baseado no pleno respeito pela democracia e direitos humanos". O que Cuba entende por demo- cracia e que direitos humanos são respeitados, uma vez que uma semana antes de ocorrer o encontro da CELAC a polícia começou a "advertir" e perseguir a dissidência, recolheu da rua os mendigos e as pros- titutas, desconectou os celulares, redobrou a vigilân- cia dos domicílios e prendeu alguns dissidentes? Os opositores ainda procuram pelo paradeiro de José Daniel Ferrer e Oscar Elías Biscet que foram detidos quando se dirigiam às Embaixadas da Espanha e Hungria em Havana.
Cuba ser anfitriã e pertencer a uma organização
que diz defender esses prin- cípios é uma bofetada na cara dos povos livres, cuacaf go- vernos se curvam e se calam ante todos os crimes que se cometem naquela ilha há 55 anos. Nesse encontro a OEA foi convidada a parti- cipar, e seu  Secretário Ge- ral, José Miguel Insulza, aceitou o convite. Isso ge- rou  ações  de  repúdio  dos
quer reclamou das dores na coluna. Nem pro-
nunciou o tradicional "Acho que este será o meu último Natal". Mesmo que a curiosidade os aguçasse, nada lhe perguntaram. Melhor não tocar no assunto. Era questão de tempo, de esperar que o "velho" se abrisse. Dito e feito. Entre uma troca de presentes e outra, sem que nada lhe fosse perguntado, ele foi matando sua curiosidade.
Primeiro, tirou do bolso um recorte de jornal e mostrou-o ao filho mais velho: "Governo escolhe o caça Gripen NG". Depois confes- sou a outros: "Papai Noel me deu um avião". Estava explicado o bom-humor de Fabiano. Embora já estivesse reformado devido à idade, nada melhor do que um avião de presente para quem servira durante décadas à Força Aérea.
Fabiano, após ter assistido a uma demonstração da Esquadrilha da Fumaça, lá na década de 1950, decidira ser piloto. Foi aprovado em concorrido concurso. Posteriormente, concretizou o sonho de integrar a "Fumaça". Tempos de dedicação exclusiva, exaustivos treinamentos, de preparo físico e mental, e de trabalho em equipe, pois o sucesso e a segurança de todos dependiam da destreza de cada um.
Sempre se orgulhou da visão estratégica da sua Força que, em suma, não queria que o Brasil fosse apenas um país grande, mas, também, um grande país. A independência tecnológica, especialmente no sensível setor aeroespacial, representaria importante passo para o país imaginado. Por isso, acompanhou a evolução do TTA (Tnstituto
Tecnológico da Aeronáutica) no
Antes de seguir pa-
ra Havana ela resolveu fazer uma "parada técni- ca" em Portugal, alegan-
Dilma na CELAC em Havana:   para os ditadores Castro, sorrisos, carinho
e bilhões de dólares do povo brasileiro
chilenos e  da  velha guarda
cubana em Miami, que de- nunciam a conivência dos países  livres  com  tamanha
seu esforço para formar en- genheiros aeronáuti- cos. Viu surgir,
em1969, a Em-
do necessidade de abastecer o avião, e hospedou-se,
ela e a enorme comitiva de aspones, nos dois hotéis mais caros de Lisboa, cuja despesa total custou a ba- gatela de R$ 71.000. À noite saiu para jantar no res- taurante mais caro da cidade e no domingo rumou para Havana onde deveria beijar as botas dos ditado- res e inaugurar a primeira etapa do porto de Mariel. Dentre as asneiras ditas em seu discurso destaco as seguintes: "O Brasil acredita e aposta no potencial humano e econômico de Cuba". "O Brasil quer tornar- se parceiro econômico de primeira ordem para Cuba (...) parceria bilateral de comércio em equi- pamentos para a saúde,  medicamentos  e  vacinas, nos quais a tecnologia de ponta é dominada por Cuba". Dispenso os comentários, uma vez que to- do mundo sabe que Cuba é um fracasso tecno- lógico e não tem nada a exportar, além de sua ideo- logia assassina e seus espiões que já se encontram aqui,  na  forma  de  "médicos".
Além dos  bilhões  doados  aos  cofres  pesso- ais dos Castro com o programa  "Mais  Médicos", dona Dilma financiou 80% da construção do porto de Mariel com dinheiro do BNDES, ou seja, de to- dos os brasileiros que sequer foram consultados, sendo - segundo  palavras dela própria - 802 mi- lhões de dólares na primeira etapa, e 290 milhões de  dólares  na  segunda  etapa.
Com toda essa dinheirama caída do céu, cons- truiu-se um mega edifício especificamente para a CELAC  que  diz  "buscar  aprofundar  a integração política, social e cultural da América Latina e o Ca- ribe, baseado no pleno respeito pela democracia e direitos humanos". O que Cuba entende por demo- cracia e que direitos humanos são respeitados, uma vez que uma semana antes de ocorrer o encontro da CELAC a polícia começou a "advertir" e perseguir a dissidência, recolheu da rua os mendigos e as pros- titutas, desconectou os celulares, redobrou a vigilân- cia dos domicílios e prendeu alguns dissidentes? Os opositores ainda procuram pelo paradeiro de José Daniel Ferrer e Oscar Elías Biscet que foram detidos quando se dirigiam às Embaixadas da Espanha e Hungria em Havana.
Cuba ser anfitriã e pertencer a uma organização
que diz defender esses prin- cípios é uma bofetada na cara dos povos livres, cuacaf go- vernos se curvam e se calam ante todos os crimes que se cometem naquela ilha há 55 anos. Nesse encontro a OEA foi convidada a parti- cipar, e seu  Secretário Ge- ral, José Miguel Insulza, aceitou o convite. Isso ge- rou  ações  de  repúdio  dos
quer reclamou das dores na coluna. Nem pro-
nunciou o tradicional "Acho que este será o meu último Natal". Mesmo que a curiosidade os aguçasse, nada lhe perguntaram. Melhor não tocar no assunto. Era questão de tempo, de esperar que o "velho" se abrisse. Dito e feito. Entre uma troca de presentes e outra, sem que nada lhe fosse perguntado, ele foi matando sua curiosidade.
Primeiro, tirou do bolso um recorte de jornal e mostrou-o ao filho mais velho: "Governo escolhe o caça Gripen NG". Depois confes- sou a outros: "Papai Noel me deu um avião". Estava explicado o bom-humor de Fabiano. Embora já estivesse reformado devido à idade, nada melhor do que um avião de presente para quem servira durante décadas à Força Aérea.
Fabiano, após ter assistido a uma demonstração da Esquadrilha da Fumaça, lá na década de 1950, decidira ser piloto. Foi aprovado em concorrido concurso. Posteriormente, concretizou o sonho de integrar a "Fumaça". Tempos de dedicação exclusiva, exaustivos treinamentos, de preparo físico e mental, e de trabalho em equipe, pois o sucesso e a segurança de todos dependiam da destreza de cada um.
Sempre se orgulhou da visão estratégica da sua Força que, em suma, não queria que o Brasil fosse apenas um país grande, mas, também, um grande país. A independência tecnológica, especialmente no sensível setor aeroespacial, representaria importante passo para o país imaginado. Por isso, acompanhou a evolução do TTA (Tnstituto
Tecnológico da Aeronáutica) no
Antes de seguir pa-
ra Havana ela resolveu fazer uma "parada técni- ca" em Portugal, alegan-
Dilma na CELAC em Havana:   para os ditadores Castro, sorrisos, carinho
e bilhões de dólares do povo brasileiro
chilenos e  da  velha guarda
cubana em Miami, que de- nunciam a conivência dos países  livres  com  tamanha
seu esforço para formar en- genheiros aeronáuti- cos. Viu surgir,
em1969, a Em-
do necessidade de abastecer o avião, e hospedou-se,
ela e a enorme comitiva de aspones, nos dois hotéis mais caros de Lisboa, cuja despesa total custou a ba- gatela de R$ 71.000. À noite saiu para jantar no res- taurante mais caro da cidade e no domingo rumou para Havana onde deveria beijar as botas dos ditado- res e inaugurar a primeira etapa do porto de Mariel. Dentre as asneiras ditas em seu discurso destaco as seguintes: "O Brasil acredita e aposta no potencial humano e econômico de Cuba". "O Brasil quer tornar- se parceiro econômico de primeira ordem para Cuba (...) parceria bilateral de comércio em equi- pamentos para a saúde,  medicamentos  e  vacinas, nos quais a tecnologia de ponta é dominada por Cuba". Dispenso os comentários, uma vez que to- do mundo sabe que Cuba é um fracasso tecno- lógico e não tem nada a exportar, além de sua ideo- logia assassina e seus espiões que já se encontram aqui,  na  forma  de  "médicos".
Além dos  bilhões  doados  aos  cofres  pesso- ais dos Castro com o programa  "Mais  Médicos", dona Dilma financiou 80% da construção do porto de Mariel com dinheiro do BNDES, ou seja, de to- dos os brasileiros que sequer foram consultados, sendo - segundo  palavras dela própria - 802 mi- lhões de dólares na primeira etapa, e 290 milhões de  dólares  na  segunda  etapa.
Com toda essa dinheirama caída do céu, cons- truiu-se um mega edifício especificamente para a CELAC  que  diz  "buscar  aprofundar  a  integração
opressão e falta total de liberdade, alegando que In-
sulza deveria cobrar pluralidade de partidos, liber- dade de expressão e associação, direito de ir e vir e que  se  cumpra  a  Carta Democrática Interameri- cana.
Além de falar dessas abstrações, a CELAC "de- fende" a "independência" da Costa Rica que, segun- do eles, é uma "colônia do império", a erradicação da pobreza e da fome, e uma declaração de reconheci- mento a Chávez como idealizador da organização. Porém, a mais estúpida das proposições desse en- contro é a que declara que a América Latina é uma "zona de paz", e que "desterra-se para sempre a amea- ça e o uso da força em nossa região". Certamente isto foi imposto pelas FARC que estão lá em Havana com a farsa do "acordo de paz" com o governo da Colôm- bia e que, provavelmente, participarão dos encontros dos dias 28 e 29. Já está agendado oficialmente um encontro entre o terrorista presidente do Uruguai, Jo- sé Mujica, com representantes das FARC, que disse ter a intenção de se colocar como "mediador" entre o bando terrorista  e  o  governo  colombiano.
A imprensa nacional não denuncia nada disso, limitando-se apenas a reportar alguns fatos, com a candura de quem informa um evento esportivo. Nada é o que parece, se tomarmos apenas o que sai na mídia. Tal como ocorreu com o FSP, a CELAC será mais uma organização que a mídia tratará com displicência enquanto seus membros conspiram contra a liber- dade  de  sua  própria  gente
Entre os dias 25 e 29 de janeiro de 2014, a CELAC (Comunidade  de  Estados  Latino-Americanos  e Caribenhos)  celebra  seu  II  Encontro  em  Havana, Cuba,  reunindo  representantes  de  33  países  para "debater" assuntos  de  interesse  dessas  regiões. Cabe salientar que a CELAC é mais um braço do Foro de São Paulo (FSP) e foi criada em 2011 pelo falecido Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela. Seu primeiro encontro deu-se oficialmente no ano passado no Chile, que ostentava a presidência pró-tempore da organização e foi passada para Cuba, na pessoa do ditador Raúl  Castro.
A presidente Dilma esteve em Davos, Suíça, onde participou do encontro com países capitalistas  e  de  lá  deveria  seguir para Cuba para participar da CELAC. Dona Dilma entre os endinheirados  do  mundo  passou o pires, pedindo que investissem no Brasil, enquanto gasta o dinheiro desses investimentos com ditadores de republiquetas  comunistas  como a Cuba dos Castro. 
Antes de seguir para Havana ela resolveu fazer uma "parada técnica" em Portugal, alegando a necessidade de abastecer o avião, e hospedou-se, ela e a enorme comitiva de aspones, nos dois hotéis mais caros de Lisboa, cuja despesa total custou a ba- gatela de R$ 71.000. À noite saiu para jantar no restaurante mais caro da cidade e no domingo rumou para Havana onde deveria beijar as botas dos ditado- res e inaugurar a primeira etapa do porto de Mariel. Dentre as asneiras ditas em seu discurso destaco as seguintes: "O Brasil acredita e aposta no potencial humano e econômico de Cuba". "O Brasil quer tornar- se parceiro econômico de primeira ordem para Cuba (...) parceria bilateral de comércio em equi- pamentos para a saúde,  medicamentos  e  vacinas, nos quais a tecnologia de ponta é dominada por Cuba". Dispenso os comentários, uma vez que to- do mundo sabe que Cuba é um fracasso tecno- lógico e não tem nada a exportar, além de sua ideologia assassina e seus espiões que já se encontram aqui,  na  forma  de  "médicos".
Além dos  bilhões  doados  aos  cofres  pessoais dos Castro com o programa  "Mais  Médicos", dona Dilma financiou 80% da construção do porto de Mariel com dinheiro do BNDES, ou seja, de todos os brasileiros que sequer foram consultados, sendo segundo  palavras dela própria 802 milhões de dólares na primeira etapa, e 290 milhões de  dólares  na  segunda  etapa.
Com toda essa dinheirama caída do céu, construiu-se um mega edifício especificamente para a CELAC  que  diz  "buscar  aprofundar  a  integração política, social e cultural da América Latina e o Caribe, baseado no pleno respeito pela democracia e direitos humanos". O que Cuba entende por democracia e que direitos humanos são respeitados, uma vez que uma semana antes de ocorrer o encontro da CELAC a polícia começou a "advertir" e perseguir a dissidência, recolheu da rua os mendigos e as prostitutas, desconectou os celulares, redobrou a vigilância dos domicílios e prendeu alguns dissidentes? Os opositores ainda procuram pelo paradeiro de José Daniel Ferrer e Oscar Elías Biscet que foram detidos quando se dirigiam às Embaixadas da Espanha e Hungria em Havana.
Cuba ser anfitriã e pertencer a uma organização que diz defender esses princípios é uma bofetada na cara dos povos livres, cuacaf governos se curvam e se calam ante todos os crimes que se cometem naquela ilha há 55 anos. Nesse encontro a OEA foi convidada a participar, e seu Secretário Geral, José Miguel Insulza, aceitou o convite. Isso gerou ações de repúdio dos chilenos e da velha guarda cubana em Miami, que denunciam a conivência dos países livres com tamanha opressão e falta total de liberdade, alegando que Insulza deveria cobrar pluralidade de partidos, liberdade de expressão e associação, direito de ir e vir e que se cumpra a Carta Democrática Interamericana.
Além de falar dessas abstrações, a CELAC “defende ” a “independência” da Costa Rica que, segundo eles, é uma “colônia do império”, a erradicação da pobreza e da fome, e uma declaração de reconhecimento a Chávez como idealizador da organização. Porém, a mais estúpida das proposições desse encontro é a que declara que a América Latina é uma “zona de paz”, e que “desterra-se para sempre a ameaça e o uso da força em nossa região”. Certamente isto foi imposto pelas FARC que estão lá em Havana com a farsa do “acordo de paz” com o governo da Colômbia e que, provavelmente, participarão dos encontros dos dias 28 e 29. Já está agendado oficialmente um encontro entre o terrorista presidente do Uruguai, José Mujica, com representantes das FARC, que disse ter a intenção de se colocar como “mediador” entre o bando terrorista e o governo colombiano. A imprensa nacional não denuncia nada disso, limitando-se apenas a reportar alguns fatos, com a candura de quem informa um evento esportivo. Nada é o que parece, se tomarmos apenas o que sai na mídia. Tal como ocorreu com o FSP, a CELAC será mais uma organização que a mídia tratará com displicência enquanto seus membros conspiram contra a liberdade de sua própria gente.
* É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil. É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina
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