A Marxização da Educação - Jornal Inconfidência nº 126



Este livro “Capitalismo para principiantes”, já em sua 28ª edição, é distribuído pelo Ministério da Educação às bibliotecas das escolas públicas de todo o país, de acordo com o PNBEM/2008 – Programa Nacional Biblioteca da Escola para o Ensino Médio.

Um exemplar nos foi apresentado por um grupo de professoras que se sentiram enganadas, revoltadas e ultrapassadas pelo proselitísmo desse livro “didático” que prega abertamente a luta de classes e faz apologia ao “socialismo”, condenando o capitalismo.

De posse do livro, já o apresentamos à associações de classe de Minas Gerais, causando grande apreensão e revolta, principalmente por ser dirigido às mentes em formação de jovens alunos do ensino médio. Mostra o socialismo (marxismo) como altamente democrático e popular e o capitalismo como sistema opressor e injusto como se a realidade histórica não comprovasse exatamente o contrário.
O autor, Carlos Eduardo Novaes, na apresentação do livro, dedica-o às crianças e aos militares: “Curiosamente o capitalismo é o mais desumano, injusto, perverso e antidemocrático de todos os sistemas econômicos. Os militares que conheço nunca souberam disso; as crianças também não. Daí dedicar-lhes este livro. Às crianças, na esperança de que cresçam interessadas em entender o capitalismo. Aos militares, para que reflitam duas vezes antes do próximo golpe”.

Uma verdadeira lavagem cerebral perpetrada, não mais subliminarmente, mas diretamente dirigida às mentes em formação da juventude brasileira.
Também em nosso poder “Manifesto Comunista” de Karl Marx / Friedrich Engels, editado à época da fracassada “Revolução dos Cravos”, que parece ter sido plagiado pelo autor aqui citado.
Afinal, o fim justifica os meios.

NR: Os professores apesar de terem tentado contato com a Secretaria de Educação e órgãos da imprensa para denunciar a comunização dos alunos do ensino médio, nada conseguiram, motivo pelo qual fomos procurados . Não é de se admirar, pois o governador do estado está se aliando ao PT, em Minas Gerais.
Também aproveitaram para dizer da falta de segurança nas escolas, quando são constantemente ofendidas e até agredidas pelos alunos, sem que nada possam fazer. E ainda de seus parcos salários. – com mais de 20 anos de serviço, com curso universitário, trabalhando em dois períodos (duas escolas), percebem liquido, um pouco mais de R$ 1.300,00, sem direito a vale-transporte e refeição, conforme contra-cheques apresentados.
Voltaremos ao assunto.
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