A verdadeira finalidade da Ideologia de Gênero

Tenho citado a real finalidade da Ideologia de Gênero, de maneira sintética. Hoje pretendo apresentar argumentos sequenciados, para basear minha conclusão. Muitos pensam que a Ideologia de Gênero é uma teoria moderna, destinada a permitir a liberdade à criança, de escolher o sexo a que deseja pertencer. Mas não é assim.

Marx e Engels, no século XIX, pais do Comunismo, preconizavam a destruição da família tradicional, aquela encabeçada por um pai e composta pelo homem, mulher e filhos, à semelhança da Natureza criada por Deus. Engels defendia que a educação das crianças fosse uma questão estatal, sendo abolido o conceito delas pertencerem ao seu núcleo familiar.

Shulamith Firestone, em 1970, prescrevia a eliminação da distinção entre os sexos. Preceituava o banimento completo da família tradicional, acompanhado da libertação da sexualidade e de qualquer restrição em relação ao número de parceiros, sexo, idade, relação biológica ou estado marital dos participantes, num novo tipo de família a ser instituída.

Dos anos 90 em diante, Judith Butler, filósofa e propagandista da Ideologia de Gênero, determina que não existe homem e mulher, e que o Gênero é uma performance socialmente construída, totalmente desconectada da biologia. Cita que a Suécia, Noruega e Canadá aderiram à Ideologia de Gênero, e que a escola da Noruega busca criar um termo neutro para tratar as crianças, que não as define como homem e mulher. Diz Judith Butler que os objetivos da Escola hoje, devem ser acabar com o significado do que é ser homem e mulher, e excluir o atual conceito de masculinidade, feminizando o homem através da engenharia social. Vejam a capa de um exemplar da revista Nova Escola, que defende tais conceitos e prega o ódio à masculinidade.

Nos inícios do século XX, a Escola de Frankfurt, integrada por filósofos comunistas, concluiu que para o Comunismo dominar o mundo, seria necessário aniquilar a civilização ocidental. Ora, as nações ocidentais são constituídas de famílias tradicionais – o somatório dessas famílias dão origem à nação – se as famílias tiverem valores sólidos, fundamentados na união e amor, a nação seria forte, dificultando ou impedindo sua possessão pelo Marxismo. Por essa razão era preciso destruir tal família, a ser substituída por uma nova, “sem qualquer restrição ao número de parceiros, sexo, idade e relação biológica”, como acima descrito. Esta moderna e estranha família, sem liames do amor observado na Natureza, em que os pais dão a vida na defesa de seus filhos, tornaria fraca a nação, possibilitando o exercício do mando marxista.

Vocês acham que a maligna ideologia comunista pretende trazer uma pretensa justiça às crianças, para que elas escolham seu sexo? Claro que não! Muitos dos professores e professoras atuais, formados nas Faculdades pela cartilha marxista,  pelo contrário, estão empenhados em DOUTRINAR AS CRIANÇAS PARA QUE AS MENINAS SEJAM LÉSBICAS E OS MENINOS HOMOSSEXUAIS INDUZINDO-AS A DESEJAR A EXTINÇÃO DA FAMÍLIA TRADICIONAL, pela impossibilidade de sua futura constituição baseada na união afetiva do homem e da mulher.

Concluindo, este é o fim determinado da Ideologia de Gênero: uma alternativa para provocar o desaparecimento da família que desejamos seja eterna.


Presidente do Grupo Inconfidência

Mais por este Autor:
Artigos Relacionados: