O dever sagrado de manter nossa soberania na Amazônia

*Reynaldo De Biasi Silva Rocha

A área abrangida pela Amazônia brasileira, corresponde a mais de 50% de nosso território. É uma magnífica região, extremamente dotada de recursos vegetais e especialmente minerais e, por esta razão, cobiçada por uma gama de países, desde as primeiras décadas do Século XX.

A partir da chegada ao poder de governos ligados ao Comunismo, teve início o projeto de entrega da Amazônia a Estados estrangeiros, que cinicamente justificam esse direito de possuí-la, por considerá-la um patrimônio mundial a ser repartido para o bem geral.

Várias tramas foram montadas pelas mal-intencionadas nações para atingir seu intento, e abaixo passamos a analisar algumas.

Uma delas, buscando sensibilizar o cidadão planetário, foi a difusão do “slogan” de ser ela o “pulmão do mundo” e, consequentemente, ser essencial sua total preservação para manutenção da vida humana, o que é um sofisma.

Outra, principiada na década de 1980, utiliza como disfarce da real estratégia, a “proteção” do meio ambiente e dos povos indígenas, objetivando o controle de áreas ricas, pelo emprego de ONGs financiadas e apoiadas pelo CMI (Conselho Mundial de Igrejas) e outras entidades agindo como “tropas de choque” de campanhas ambientalistas-indigenistas, usando uma propaganda que explora sentimentos humanitários de grande impacto sobre a opinião pública nacional. Quanto ao meio ambiente, o propósito é manter a área intocada opondo-se ao seu desmatamento, e impedindo assim o desenvolvimento local brasileiro, a fim de conservá-la intacta para o uso de interesses externos.

Em relação aos povos indígenas, a finalidade é separar a Amazônia do Estado brasileiro, inicialmente sob o pretexto alardeado de que cabe a eles a posse da terra, como primeiros habitantes. Desse modo, eles constituiriam nações independentes, para em um segundo estágio, requererem a cidadania dos países a que ficaram ligados pela ação de apoio e doutrinação antecedentes, criando assim enclaves estrangeiros nos quais inexistiria nossa soberania.

Destacaríamos também, o estabelecimento do contato daquelas nações com os governos brasileiros entreguistas, para dinamizar o “engessamento” da Amazônia, com a criação de Unidades de Conservação (UC), com destaque para o famigerado projeto “Triplo A”, iniciativa esta felizmente abortada pelo Governo do Presidente Bolsonaro.

Ressaltaríamos a decisão do STF, em validar a demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, riquíssima em minerais nobres, no Estado de Roraima, na fronteira do Brasil com a Guiana e Venezuela, constituindo-se no 1o passo para criação de um “estado autônomo” na fronteira norte do Brasil.

Finalizando, focalizaríamos os recursos advindos do Fundo Amazônia, cujo principal doador ao Brasil é a Noruega, condicionada sua entrega à redução do desmatamento amazônico. Qual a razão que levou aquele país a fornecer-nos tais recursos? Para beneficiar-nos? Não acredito – para mim, isso faz parte do malicioso complô em tela.

RESPEITOSAMENTE, OFERECEMOS AO PATRIÓTICO GOVERNO BOLSONARO E SEUS VALOROSOS
INTEGRANTES AS SEGUINTES PROPOSTAS:
- Criar uma Secretaria da Amazônia, anexada à Presidência, para implementar o desenvolvimento da região e controlar as ameaças àquela, em particular à nossa soberania;
- Utilizar a propaganda governamental para desmistificar o “slogan” de ser a Amazônia o “pulmão do mundo”;
- Reduzir radicalmente a ação das ONGs, brasileiras ou estrangeiras, na área;
- Difundir ao mundo a ideia que os integrantes dos povos indígenas são cidadãos brasileiros, sujeitos às nossas leis;
- Promover o “desengessamento” da Amazônia, suprimindo as Unidades de Conservação (UC) espuriamente criadas pelos entreguistas;
- Manter a luta para reverter a decisão adotada quanto à Raposa Serra do Sol, e;
- Rescindir o contrato do Fundo Amazônia, caso não sejam atendidos nossos interesses nas atuais discussões.

A AMAZÔNIA, EM NOSSO TERRITÓRIO, SOMENTE PERTENCE E PERTENCERÁ AO BRASIL!
LEVANTEMOS O QUEIXO!



Coronel Reformado do Exército
Presidente do Grupo Inconfidência

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