A soberania brasileira e o Sínodo da Amazônia

De 6 a 27 Out 2019, ocorrerá no Vaticano o denominado Sínodo da Amazônia, congregando em uma assembleia, bispos de vários países sob a presidência do Papa, e contando com os eclesiásticos brasileiros dos nove Estados da Amazônia legal.

O documento preliminar da Igreja Católica para o Sínodo, tem uma orientação fundamentada na Teologia da Libertação, que adota o método de luta de classes para objetivos comunistas sob a máscara da religião católica, estando no momento associada ao ecologismo neopagão socialista.

A citada Teologia, defendida pela CNBB, está respaldada pelo Papa Francisco, justificando esta afirmação pela nomeação do cardeal-arcebispo D. Cláudio Hummes, daquela entidade e ligado ao Marxismo, para o cargo de relator-geral do Sínodo.

Existem acusações que a assembleia em questão quer paralelamente pôr em prática projetos de maior importância, como a supressão do celibato, a criação de um sacerdócio feminino e a secularização da Igreja aos moldes protestantes. Tais temas são preocupantes para todos nós, mas quero fixar-me no que se refere à Amazônia.

A encíclica Laudato Si’, carta circular do Papa Francisco, induz que a Amazônia, como patrimônio da humanidade, não poderia subordinar-se à soberania do Brasil, devendo ser controlada por ONGs ambientalistas e indigenistas, que ditariam a condução de seu destino.

NÃO PODEMOS ACEITAR ISSO! A AMAZÔNIA, EM NOSSO TERRITÓRIO, É NOSSA!

Em decorrência, respeitosamente, sugiro as seguintes atitudes a serem adotadas pelos que querem lutar pelo o Brasil:

- apoiar o Governo, em sua defesa patriótica da soberania da Amazônia;

- manifestar-se contrariamente à realização de tal Sínodo, pelas Redes Sociais;

- enviar correspondências às autoridades eclesiásticas, cobrando sua oposição a tal evento, e ;

- se católico, solicitar ao padre de sua igreja que comente o assunto em suas pregações,

condenando tal intento.

Coronel Reformado do Exército - Presidente do Grupo Inconfidência

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