A prisão em 2ª Instância e o STF

* Reynaldo De Biasi Silva Rocha

O STF, órgão aparelhado pelos governos marxistas do PT, cumpre as determinações prescritas, empenhando-se na destruição da família tradicional e no apoio à criminalidade.

Além de buscar a desestabilização do Governo Bolsonaro, sua grande missão no momento é a libertação de Lula, o condutor-mor da corrupção que levou nossa economia ao fundo do poço.

Na atualidade, julga a execução da pena após a condenação em 2ª Instância, manobrando pela anulação da prisão dela decorrente, em vigor desde 2016. Caso atinja seu intento, possibilitará a soltura de Lula.

A prisão após a citada condenação, é reputada como um dos pilares da Operação Lavajato. Constitui-se numa resposta rigorosa da Justiça no combate à corrupção e à criminalidade.

O Procurador da República Deltan Dallagnol afirmou que a Constituição determina que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado”, mas “não fala que ninguém será preso até que todos os recursos na justiça sejam esgotados”.

O STF, que desde Temer porta-se como possuidor dos atributos do Executivo, Legislativo e Judiciário, utiliza a técnica do “corte da fatia do salame, uma de cada vez”, conquistando gradualmente seus objetivos na direção do desejado protagonismo hegemônico que lhe dará a condução dos destinos do Brasil. Se não for freado, fatiará até o fim o salame.

Caso vença no caso da anulação acima, o próximo passo será desmoralizar Moro e neutralizar a Lavajato, e assim prosseguirá até obter o poder total.

Se tal anulação se concretizar, sugerimos, respeitosamente, que o Executivo, face à ingovernabilidade do País, requeira a INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL DAS FORÇAS ARMADAS e tome as providências cabíveis.

Será um motivo de real comemoração e júbilo do povo brasileiro, que detesta o STF e apoiará em massa o Presidente, que conta com o respaldo da Constituição nesse grave ato.

Presidente do Grupo Inconfidência

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