Movimento dos Sem-Terra (MST): sucesso ou fracasso do Marxismo?

*Reynaldo De Biasi Silva Rocha

Criado no período do Governo de Fernando Henrique Cardoso, e aperfeiçoado, financiado e apoiado incondicionalmente por Lula e Dilma, esse orgão terrorista apavora o proprietário de terra brasileiro.

Constitui-se em uma organização paramilitar com disciplina rígida, julgamentos internos e estímulo ao uso de armas.

Atuando com extrema violência, as ações criminosas do MST têm como vítimas potenciais qualquer propriedade rural, e empresa ou centro de pesquisa agropecuária que produza riqueza ou tecnologia.

Invade as fazendas, matando ou ferindo pessoas e animais, destruindo colheitas e equipamentos agrícolas, e incendiando os locais. No centro de pesquisa acima, depreda e inutiliza conquistas obtidas com esforço, como na EMBRAPA, onde 15 anos de investigações científicas foram perdidos – tudo visando desestimular o homem do campo a produzir.

Não tem sede fixa nem estatuto, e seus chefes nunca são processados ou condenados. Para atrair simpatia e recursos financeiros, apresenta-se como paladino da reforma agrária, defendendo os pequenos proprietários dos poderosos do agronegócio.

Atualmente, a Polícia Federal investiga uma trama imobiliária, no qual o MST, aliciado por fazendeiros, empreiteiras e políticos, ocupa áreas da União e até propriedades privadas, forçando sua desapropriação e regularização, em troca de pagamento em dinheiro.

No Governo Bolsonaro, só ocorreu em 2019 uma ocupação do Movimento, contra 56 registradas pelo INCRA em 2018. Essa diminuição da atividade do MST decorre da falta presente do financiamento governamental e de ONGs, da facilidade da posse de armas promovida pelo Governo de hoje, da associação defensiva de fazendeiros e da formação de suas equipes protetoras, e da ação mais rigorosa da Justiça em não desapropriar uma terra invadida.

Uma grande vitória do Governo, foi a sanção da Lei 13870/19, que autoriza o produtor rural que tenha posse de arma de fogo a andar armado em toda a extensão de sua propriedade rural, e não apenas em sua sede, como anteriormente. Ela possibilita ao morador do campo usar a arma não só para proteger sua casa, mas também sua propriedade.

Com a aprovação de novos meios legais efetivos para combater a criminalidade na citada área, acreditamos que em breve, poderemos afirmar que o MST foi mais um fracasso do Comunismo.

Presidente do Grupo Inconfidência

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