A nova ameaça das Urnas Eletrônicas

*Reynaldo De Biasi Silva Rocha

Este ano, nas eleições de outubro, estaremos diante de mais uma repetição das fraudes nas Urnas Eletrônicas que garantiram a vitória de Dilma em 2014, e ameaçaram a de Bolsonaro em 2018.

O aviso de licitação do TSE de Jul 2019, que visa a compra de 180 mil novas urnas, objetivando substituir os equipamentos produzidos em 2006 e 2008 e aumentar seu total, chegou a um impasse, que pode impedir a aquisição de tais dispositivos “a tempo” para apoiar o citado evento eleitoral.

Esse embaraço decorreu da desclassificação das firmas concorrentes, a Positivo e a Smartmatic, esta última fundada por venezuelanos e que de 2004 a 2017 fornecera tecnologia e serviços adotados em ELEIÇÕES NA VENEZUELA.

Apesar do Congresso Nacional ter aprovado a impressão de votos em 2015, o STF, no pleito de 2018, cancelou a colocação de impressoras nas urnas, sob os argumentos de que não tinha recursos em adquiri-las para o total e que, considerando injusto instalá-las em pequenas parcelas (só existiam impressoras para acoplar em 5% do total de equipamentos), seria legítimo não fazê-lo em nenhuma.

Fatalmente neste ano, o STF irá repetir o procedimento utilizado em 2018, retirando o uso do papel da Urna Eletrônica, o que não permitirá uma Auditoria posterior à eleição por falta de comprovante, possibilitando assim a fraude dos resultados – aliás, VOTO SEM PAPEL É FRAUDE.

RESPEITOSAMENTE, CONSIDERAMOS QUE O GOVERNO NÃO DEVE ACEITAR PASSIVAMENTE A POSSÍVEL DECISÃO DO STF PELO VOTO ATRAVÉS DA “URNA SEM PAPEL”. ARGUMENTO – FOI APROVADA A LEI QUE OBRIGA A IMPRESSÃO DOS VOTOS!

Traria confiança para a população que o Executivo exigisse o uso da “CÉDULA DE PAPEL PARA VOTAÇÃO (CÉDULA FÍSICA)”, APROVADA PELA “LEI 9.504/1997, ART. 59”, que é de uso mundial pelos países sérios que buscam a correção na proteção das decisões populares, e se constitui na única opção para um voto seguro.

Presidente do Grupo Inconfidência

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