Ameaças à Amazônia e providências tomadas e a tomar pelo Governo

*Reynaldo De Biasi Silva Rocha

1. Introdução Desde o início do Século XX, as potências mundiais, cobiçosas pelas magníficas riquezas da Amazônia (56% de nosso território), alegam que a floresta é o “pulmão do mundo” (mentira – são as algas marinhas e de água doce que produzem 55% do oxigênio do planeta, competindo às florestas e bosques de todo o mundo somente 24,9%, sendo boa parte desse gás nelas consumido na respiração e decomposição de animais e plantas), e por esta razão deve ser considerada um “patrimônio da humanidade”, justificando a imposição ao Brasil de uma “soberania limitada” sobre tal área.

2. Ameaças à Amazônia – A ação do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), entidade-chave de poder do Governo Mundial, que sob o disfarce da promoção do ecumenismo cristão, aqui atua tanto em políticas intervencionistas na área ambiental como no indigenismo, este desde 1971, junto com seu “filho” Conselho Indigenista Missionário (CIMI), doutrinando os índios a criarem Nações independentes que requeiram cidadania estrangeira gerando enclaves para internacionalizar a Amazônia, separando-a do Brasil; as ONGs a serviço de potências, originadas pelo CMI e engajadas em campanhas ambientalistas – indigenistas; as intimidações de chefes e líderes de Estado nas décadas de 1980 e 1990, nas quais destacamos a do 1º Ministro britânico John Major - “As campanhas ecológicas internacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandista para dar início a uma fase operativa que pode, definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região”; o Sínodo da Amazônia, dirigido pelo Papa, conclamando a obrigar nossa “soberania relativa” quanto à área; a proposta de Macron para uma reunião do G8, visando agir contra o Brasil, quando das queimadas; e a 1ª Cúpula Pan-Amazônica de Governadores Amazônicos, em 29 Out 2019, incitando-os a fazerem contato direto com países financiadores de programas ambientais, ignorando o Governo Federal.

*Conclusões Consideramos as ações acima arrogantes e injustas, mas temos que reconhecer que a Amazônia está um caos e jogada à própria sorte, fruto da postura dos presidentes comunistas FHC, Lula e Dilma, bloqueando seu progresso e entregando-a – vide a demarcação contínua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, riquíssima por ter minerais nobres, em Roraima. As intenções belicistas estrangeiras estão claras. Então, temos que desenvolver a Amazônia, pela mineração e infraestrutura energética e viária, porém resguardando adequadamente sua integridade, e preparar-nos para defendê-la!

3. Providências tomadas pelo Governo Rejeitar o famigerado projeto “Corredor Triplo A”, que visava a intocabilidade de uma colossal faixa contínua extremamente rica, englobando Unidades de Conservação (UC) e Terras Indígenas (TI) e interligando Andes-Amazônia-litoral do Atlântico; afirmar o Presidente aos países que “A Amazônia é unicamente nossa”; interditar a atividade das ONGs danosas; instituir em 21 Jan 2020, a Força Nacional Ambiental (atuação na Amazônia; composta por órgãos ambientais e policiais militares), o Conselho da Amazônia (liderado pelo Gen Mourão; comando da Força Nacional Ambiental; formado por integrantes dos Ministérios – objetivos: proteção, defesa, desenvolvimento, regularização fundiária e zoneamento econômico, tudo em relação à floresta), e a Secretaria da Amazônia.

*Quanto à Secretaria da Amazônia, respeitosamente sugerimos que se destine a assuntos estratégicos externos, e o Conselho da Amazônia a atividades táticas internas.

4. Providências a tomar pelo Governo (sugestões) - “Desengessar” a Amazônia; proibir os Governadores de ligar-se diretamente a países para obter financiamentos; lutar para reverter a decisão adotada quanto à Raposa Serra do Sol e impedir a “indústria” de novas demarcações; quanto ao Exército, dinamizar a Estratégia da Resistência destinada a opor-se a invasões estrangeiras na área amazônica, criar Seções de Operações Psicológicas nas GU/OM, visando conscientizar as tribos indígenas a permanecerem integradas ao Brasil; impedir, se necessário com energia, que em regiões da Amazônia seja proibida a entrada ou exigido pagamento de pedágios a brasileiros; expulsar falsas missões religiosas, na realidade grupos de geólogos; apoiar os pequenos agricultores, abandonados pelo poder público; e ameaçar a tomada de medidas extremas na Amazônia, na iminência de invasão daquela por potências mundiais.

BRASILEIROS: AS GRANDES POTÊNCIAS, COMO TRADICIONAIS E CRUÉIS COLONIZADORAS, NUNCA GOSTARAM DE ÍNDIOS E NÃO POSSUEM NENHUM PENSAMENTO ALTRUÍSTA QUE A FLORESTA AMAZÔNICA VAI SALVAR COM OXIGÊNIO A POPULAÇÃO MUNDIAL - QUEREM ELAS, SIM, SOB A SUPERVISÃO DO GOVERNO MUNDIAL, APODERAR-SE DAS FABULOSAS RIQUEZAS DA AMAZÔNIA.

LUTEM PARA QUE ISTO NUNCA ACONTEÇA, POIS A AMAZÔNIA É SÓ BRASILEIRA!

AJUDEM O GOVERNO A SALVÁ-LA!

 

Presidente do Grupo Inconfidência

 

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