Nas eleições, a guilhotina sobre nossas cabeças

*Reynaldo De Biasi Silva Rocha

1. INTRODUÇÃO

- As eleições brasileiras com cédulas de papel, constituía-se em uma festa popular.

Os cidadãos participavam com entusiasmo, cada um achando que seu voto seria decisivo para sufragar seu candidato.

Havia uma agressiva postura dos fiscais dos Partidos na hora da contagem, e ocorriam fraudes, mas “a varejo”, o que não influía significativamente no desfecho do fato.

2. LULA E AS URNAS ELETRÔNICAS

- Mas na década de 1990, o PT concebeu uma mudança radical nesse quadro, dando-lhe cores ideológicas.

- Lula colocou em ação sua maior pretensão em nosso regime democrático, tão frágil para defender-se, a de ver os candidatos marxistas eleitos sucessivamente ao longos dos tempos, buscando manter para sempre o poder político de tal ideologia, em todos os níveis.

- Para obter este efeito sem interrupções, empenhou-se ele para que aqui fossem implantadas as famigeradas Urnas Eletrônicas, em substituição às tradicionais cédulas de papel.

Num plano progressivo, para não despertar suspeitas, elas foram oficializadas com um comprovante do voto, em papel.

- Após um período de propaganda das vantagens da Urna, quanto à obtenção de resultados em tempo recorde – um orgulho para o povo perante outros países! - e também quanto à sua infalibilidade – à prova de qualquer erro – retirou-se sorrateiramente o tal comprovante em papel, tornando o dispositivo puramente eletrônico, e gerando assim um sistema de “Rapidez-100” e “Segurança-ZERO”.

- Com esta jogada, desmotivou-se a auditoria que poderia ser requerida por concorrentes derrotados – como conferir os resultados, sem documentos comprobatórios em papel?

- Vários brasileiros peritos no assunto manifestaram-se contra a situação criada, mas o governo esquerdista por meio da publicidade contínua, buscou calá-los, procurando conscientizar a população em relação à honestidade da citada apuração, e apelando para a vaidade das massas em sermos uma nação de ponta na área da informática – veio o silêncio – os discordantes foram sufocados – liberou-se a fraude “por atacado”!

- E a trama possibilitou a reeleição de Lula e Dilma, contando com a eficácia do tripé Urna – Institutos de Pesquisa – Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A Urna tem um computador já fraudado em sua construção, sendo pois 100% fraudável; os Institutos de Pesquisa manipulam os percentuais de voto, iludindo o cidadão e levando-o a aceitar a vitória do oponente marxista; e o TSE possui um programa capaz de modificar os resultados conclusivos, em caso de falha imprevista das Urnas.

- Nas eleições de 2018, o STF, alegando a previsão de altos custos para viabilizar a impressão do voto eletrônico nas Urnas, e apoiando-se em outros argumentos, na verdade sofismas, decidiu suspender o Artigo 59-A da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) que impunha tal impressão.

O STF mostrou má-fé, pois a solução correta seria permitir a alternativa do uso das cédulas de papel, baratas e previstas na Lei acima citada, no Artigo 59 e nos Artigos 83 a 89.

3. CONCLUSÕES

- Com ou sem comprovante físico nas Urnas fraudulentas, constituem-se elas em um fantasma a nos assombrar à chegada de uma nova eleição.

- Vamos apelar ao nosso íntegro e valoroso Presidente, para que ele lute com garra visando revogar definitivamente a Urna Eletrônica, substituindo-a de vez pela cédula de papel supracitada, pois com o obstáculo criado pelo apoio ao Comunismo da maioria do Congresso e do STF, só ele com sua coragem poderá fazer isto – muito dificilmente outro o fará!

CASO ISTO NÃO SE CONCRETIZE, TEREMOS ETERNAMENTE NAS FUTURAS ELEIÇÕES, A GUILHOTINA SOBRE NOSSAS CABEÇAS!

Coronel Reformado do Exército - Presidente do Grupo Inconfidência

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