Guerreiros Militares e Guerreiros Civis

*Reynaldo De Biasi Silva Rocha

 

INTRODUÇÃO

- Já é um fato tradicional a atribuição da responsabilidade de proteção do Brasil aos seus militares. Nossos civis confiam em seu zelo e seriedade e, nas horas preocupantes, apelam para que eles tragam soluções adequadas para o bem geral.

Seria justo que eles assumissem tal encargo sem coparticipação popular permanente?

GUERREIROS MILITARES

- Nossos soldados sempre estiveram presentes nos momentos graves da nacionalidade. Apreciemos sua trajetória ao longo dos tempos. Em 1648, nosso Exército, ainda um embrião constituído de brancos, negros e índios, expulsou os holandeses do Nordeste. No século XIX, sob a égide de Caxias, nosso maior herói, cognominado “O Pacificador” por ter sido o artífice da integridade nacional, no campo interno em destaque subjugou a Rebelião Balaiada (1840 – Maranhão), as Revoluções Liberais (1842 – São Paulo e Minas Gerais) e a Revolução Farroupilha (1842 a 1845 – Rio Grande do Sul), revelando-se Caxias humano no perdão ao tratar os vencidos como compatriotas e não como inimigos; nas campanhas externas, em evidência a Guerra do Paraguai (Guerra da Tríplice Aliança – 1864 a 1870), de nossa parte uma reação à invasão paraguaia de Mato Grosso, foi aquele o Comandante geral de 1866 a 1869, levando-nos ao triunfo. No século XX, esteve presente nas vitórias sobre as tentativas de implantação do Comunismo no Brasil em 1935, 1964 e na década de 1970; na 2ª Guerra Mundial incorporado às Forças Aliadas; e em posição destacada nos Governos Cívico-Militares, quando o País elevou-se da 49ª para a 8ª economia mundial. Nos dias de hoje, defende com patriotismo nossa soberania, em particular na Amazônia (mais de 50% de nosso território), e prepara-se para fazer face a ameaças que surjam.

O Exército é uma instituição popular – qualquer um, rico ou pobre e independentemente de raça, pode ascender na carreira, tornando-se um alto chefe. Nossos militares, na Ativa ou Reserva, são exemplos a nível mundial, pelo seu espírito de sacrifício e sua preocupação com o povo e o futuro da Nação.

GUERREIROS CIVIS

- A expressão acima não possui qualquer enfoque marcial, referindo-se sim àqueles que lutam na área das ideias, em prol do Brasil. Eles já mostraram seu valor. Em 1964, foram às ruas em muitos milhares nas principais capitais do País, participando das chamadas Marchas da Família com Deus pela Liberdade, as quais visavam opor-se ao Presidente João Goulart que queria comunizar-nos, cobrando também dos militares uma ação enérgica para impedir tal intento. Nos governos do PT, tivemos memoráveis manifestações sociais com comparecimento de adultos, jovens e crianças, dizendo “NÃO!” àquele Partido ao serviço do Marxismo.

Isto já basta como justificativa para dispensá-los da reação ao Comunismo, que na atualidade age com vigor?

Na minha opinião, não. Para os civis que seu opõem à maligna ideologia, é indispensável sua presença, fortalecida pelas ações de:

1) Conscientização – compenetração que todos devem lutar pela Nação;

2) Permanência – atitude de persistir sempre com resiliência na defesa do País, seja em momentos bons ou ruins. Observamos a pressão esmagadora que o STF, a maioria do Congresso, a mídia e o meio artístico e cultural exercem sobre Bolsonaro, impedindo-o de governar e objetivando retirá-lo do cargo. É um momento ruim? Sim. O que devemos fazer? Manter, ainda mais forte, o apoio ao Presidente;

3) Participação Popular Expressiva e Efetiva – postura de arregaçar as mangas e usar uma parcela de seu tempo, atuando nas Redes Sociais para atrair pessoas a se posicionarem ao lado de governantes de bem, como Bolsonaro, e;

4) Corresponsabilidade – sentimento de considerar-se tão responsável quanto os Guerreiros Militares pelo futuro da Pátria, que será sorridente se militares e civis, ombro a ombro, prosseguirem decididos.

Como ações complementares, sugiro respeitosamente aos nossos Guerreiros Civis, homens e mulheres:

. Ser um bom chefe de família e cidadão;

. Posicionar-se contrariamente aos apoiadores do Comunismo supracitados;

. Afastar-se da mídia tradicional, a mando marxista, optando em obter informações pelas Redes Sociais democráticas;

. Incutir em seus familiares os valores conservadores, o patriotismo e o orgulho por nossa terra;

. Conquistar diariamente corações e mentes contra o Comunismo;

. Continuar participando das manifestações sociais de apoio a Bolsonaro;

. Não colocar seus filhos em escolas que difundam o Marxismo e;

. Continuar participando das manifestações sociais de apoio a Bolsonaro;

. Não colocar seus filhos em escolas que difundam o Marxismo e;

. Levar o exercício do voto em eleições com a máxima seriedade – somos nós que construímos o Brasil;

. Cobrar do sacerdote de sua Igreja o combate ao Comunismo e a defesa dos valores tradicionais da sociedade.

CONCLUSÕES

O EXÉRCITO E O POVO, UNIDOS, SERÃO INVENCÍVEIS CONTRA AQUELES QUE QUEREM CONDUZIR-NOS AO MARXISMO!

VAMOS PELEJAR PARA SERMOS UM PAÍS DE 1º MUNDO, LIVRE E INTEGRADO A OUTRAS NAÇÕES OCIDENTAIS, MAS COM A POSTURA FIRME NO RESGUARDO DA SOBERANIA BRASILEIRA!

Coronel Reformado do Exército - Presidente do Grupo Inconfidência

 

 

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