O maior assalto da história paraguaia e o surgimento da nova narcoguerrilheira brasileira, o PCC

Com o surgimento da Operação LAVA JATO, o PT e a sua base aliada, que se aproveitavam desse mega esquema de corrupção, tiveram que lançar mãos de outros meios, dentre eles, da facção criminosa intitulada Primeiro Comando da Capital (PCC), com base em SP.

A cleptocracia (governo de ladrões dos cofres públicos, liderados pelo PT) brasileira criou e exportou uma das maiores corrupções do mundo. Aliada as empreiteiras, dirigentes de estatais, principalmente da Petrobrás, agentes públicos e políticos corruptos, conseguiu induzir diversos países da América do Sul, do Norte, Central e
da África, a fazerem megaobras, com diversas empreiteiras brasileiras, em especial a Odebrecht. Esta enviava em seus jatinhos de luxo, o seu “garoto propaganda”, o expresidente Lula, que convencia os dirigentes dos países a fazerem obras faraônicas, com o dinheiro desviado da Petrobrás e dos “empréstimos generosos” concedidos pelo governo brasileiro, através do BNDES. Foram beneficiados com esse esquema: Argentina, Uruguai, Peru, Bolívia, Equador,Colômbia,Venezuela, Nicarágua, Guatemala, Costa Rica, El Salvador, México, Cuba, Angola e Costa do Marfim.
 
Com o surgimento da Operação LAVA JATO, o PT e a sua base aliada, que se aproveitavam desse megaesquema de corrupção, tiveram que lançar mãos de outros meios, dentre eles, da facção criminosa intitulada Primeiro Comando da Capital (PCC), com base em SP.
 
Em agosto de 2016, a Polícia de São Paulo prendeu 32 pessoas, em operação contra o tráfico de drogas, na região central do município de São Paulo, conhecido como CRACOLÂNDIA. 
 
O principal alvo da Operação era o prédio do antigo cinema Marrocos, na Avenida Ipiranga, ocupada por integrantes do Movimento dos TRABALHADORES SEM TETO (MTST), que é umapêndice do PT. O MTST era conivente com o PCC e cedeu espaços, além de servir de depósito de milhares de pedras de crack e armazenamento de armas. Recentemente o Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO (12/05/17) notificou que o PCC domina a CRACOLÂNDIA, vendendo 19 kg de pedras de crack por dia, tendo uma receita mensal de R$ 8 milhões.
 
 
O maior assalto já ocorrido no Paraguai, ocorreu no dia 24/04/17, na Ciudad Del Este, onde ocorreu um roubo de US$ 11,7 milhões, aproximadamente R$ 36 milhões. A quadrilha era composta de 50 criminosos, que utilizaram 7 kg de explosivos, várias pistolas, granada, uma metralhadora calibre 50 (derruba helicóptero e pequenas aeronaves), 07 fuzis AK-47 e 02 embarcações. Utilizaram táticas de guerrilha, onde incendiaram 13 carros para dificultar a chegada da Polícia e utilizaram várias rotas de fuga. Os criminosos além de se dispersarem por diversos pontos usaram 02 barcos no Lago Itaipu, para chegar ao Panamá, evitando cruzar a Ponte da Amizade. O Ministério Público Paraguaio afirmou que todos falavam português e a maneira como foi planejado o assalto e o apoio logístico, é muito parecido com o que ocorreu no Brasil.
 
Há dados de estreitas relações do PCC com marcotraficantes bolivianos desde 2008; de que mantém relações com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia); que o PCC disputa território com quadrilhas do Paraguai; de que está ampliando os negócios no Peru e, assim, dominar as rotas do Narcosul; e que em parceria com narcotraficantes da Colômbia, o grupo já controla algumas rotas de exporta ção venezuelanas. É bom lembrar que o governo bolivarianista de Maduro, mantém a CARTEL DE SOLIS, integrada pela alta cúpula do seu governo, no megaesquema de contrabando de drogas e armas.
 
Não podemos olvidar que o FORO DE SÃO PAULO não foi extinto e os países membros terão que ter receitas para implantar o bolivarianismo, o novo socialismo do século XXI, um eufemismo do comunismo. E para eles, os fins justificam os meios. O governo brasileiro terá que tratar o Primeiro Comando da Capital (PCC) não apenas como uma facção criminosa transnacional, mas sim, um embrião da nova narcoguerrilha brasileira.
 
Se não cortarem as suas asas, dentro em breve, teremos sérios problemas, como a Colômbia teve com as Forças Armadas Revolucionárias. 
 
* TEN CEL PMERJ
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