Amazônia - O grande desafio (XV)

*Manoel Soriano Neto

“Árdua é a missão de desenvolver e defender a
Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos
antepassados em conquistá-la e mantê-la.”
General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970)

Prosseguiremos no estudo da preservação da Amazônia. As questões ambientais muito influenciam, máxime atualmente, no dito crescimento sustentável, por todos desejado. A corrente majoritária dos entendidos no assunto é a de que está ocorrendo um significativo aumento do nível dos mares e a ocorrência de chuvas extremas, mercê do constante aumento da temperatura da Terra (o ‘aquecimento global’), com as consequentes megainundações, algumas catastróficas, em especial na costa marítima de vários países, pelo que as populações dessas áreas (como as de nosso Brasil; já se deveria estar estudando, com seriedade, essa funesta hipótese) são assaz vulneráveis a esses elementos da natureza.

Óbvio é que a ‘Panamazônia’, da qual a Amazônia Brasileira detém cerca de 65% de sua incomensurável extensão, não está infensa aos enormes danos do que antes foi assinalado. A maior e mais extensa bacia potamográfica mundial - a do rio Amazonas -, ‘O Rio-Mar’, vem, outrossim, arrostando os problemas referentes às variações climáticas, além da ação predatória do homem. A par do já mencionado ‘aquecimento global ’, sofre-se, hoje em dia, do que se chama de ‘desastres climáticos’, como os do ‘El Niño’ (em alusão ao ‘Menino-Deus’, pois chega, em geral, no mês de dezembro) e ‘La Niña’, que afetam o clima e o regime das chuvas.

Os dois são fenômenos cíclicos da natureza e resultam da interação das águas dos Oceanos com a atmosfera terrestre: são anomalias das temperaturas da superfície das águas oceânicas, que em conjunção com a circulação dos ventos, ocasionam bruscas variações do clima, às vezes por períodos prolongados. No Brasil, o ‘El Niño’ provoca o aquecimento atípico do Oceano Pacífico Equatorial e o ‘La Niña’, exatamente o inverso, traz o resfriamento do dito oceano. Na Amazônia, o primeiro fenômeno ocasiona drástica redução de chuvas, no Leste e Norte da imensa área, aumentando, assim, a probabilidade de incêndios florestais; por sua vez, o ‘La Niña’, ao contrário, produz considerável aumento pluviométrico, acompanhado de grandes enchentes fluviais. Os prejuízos disso advindos são de toda ordem, em especial para a navegação nos rios e para as atividades agrícolas, afetando, impiedosamente, a produção de alimentos.

Anteriormente, alistamos, de escantilhão, algumas causas humanas para o desmatamento de parte da floresta tropical, o que contribui para o desequilíbrio ambiental. A extração ilegal de madeiras nobres; a garimpagem; a plantação de espécies estranhas ao ecossistema, como a soja e a cana de açúcar - com vistas ao agronegócio -, e a criação de gado (que responde, sozinha, por cerca de 15% da emissão total de gases, aumentando o efeito-estufa e interferindo na poluição ambiental) são alguns motivos elencados para o processo de ‘desertificação’ ou ‘savanização’ futura da Amazônia, em que pese o exagero da afirmação, empalmada, com veem ência e de forma ideológica, pelo aparato ambientalista/indigenista nacional e internacional. O garimpo ilegal de ouro vem assoreando particularmente o rio Tapajós e seus afluentes e está sendo combatido, tenazmente, pelo Exército (por meio de seus dois Comandos Militares de Área e forças policiais).

E reafirmemos, no próximo dia 28, o rotundo NÃO dado pelos brasileiros à chapa ideológica (petista/comunista) - que seria, politicamente, o pior para o País, em toda sua História! Urge elegermos Bolsonaro/Mourão para o bem do amado Brasil!

“A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha!”

“BRASIL ACIMA DE TUDO!
DEUS ACIMA DE TODOS!”

* Coronel, Historiador Militar e Advogado Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

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