A Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas - Síntese

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A Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas foi aprovada pela ONU, em 13 Set 2007,  com o absurdo voto do Brasil. Tal Declaração tem por objetivo beneficiar 370 milhões de indígenas em todo o mundo. Ela visa ao enfraquecimento dos Estados Nacionais, crime de lesa-pátria, com o intuito de fracioná-los, por meio de ações independentistas de etnias tribais, criando-se Estados (‘Nações Indígenas’) dentro de Estados. Ela é uma porta aberta para a instalação de enclaves ultranacionais em nossa Amzônia (a começar pelas ‘orelhas’ do estado de Roraima), com vistas à sua internacionalização. A Declaração confere um status de autonomia e quase independência aos ‘povos indígenas’ e é composta de seis Partes, com 15 parágrafos ‘preambulares’ e 30 ‘operativos’, cuacaf termos integrais poderão ser compulsados no portal da ONU: www.onu-brasil.org.br. Diga-se que tal Declaração foi apovada por 143 países, com 11 abstenções (entre essas, a de nossa vizinha Argentina) e apenas quatro votos contrários: os dos EEUU, da Nova Zeândia, do Canadá e da Austrália. O Protocolo pode ser aprovado por três quintos, em duas vezes, em cada Casa do Congresso, para ter força de Constituição, mercê do Art 5º, § 3º, de nossa Carta Magna, bastando a dita ONU transformá-lo em ‘Convenção’.

Os nossos diplomatas, na ONU, não tiveram o devido patriotismo nem visão estratégica para enxergar o mal que estavam praticando contra o Brasil. Naturalmente, foram orientados por nosso (?) Presidente, que tudo tem feito para agradar a mencionada Organização, no desejo de conseguir uma Cadeira no seu Conselho de Segurança. É incoerente, pois, que o Presidente Lula venha trombe-teando que ‘A Amzônia é Nossa’, após o despautério que foi a aprovação, por nosso País, da malsinada Declaração.

 

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